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Como as pessoas têm medo de mudar!

Todos reclamam de suas vidas, de seus relacionamentos, de seus trabalhos, do salário, dos amigos, do marido, da mulher, e por aí vai. Reclamam como se sua vida não fosse escolha própria, como se tivessem sido obrigados a viver o que estão vivendo. “Esquecem” que são inteiramente responsáveis por aquilo que estão vivendo ou deixando de viver.

Se sua vida não está legal, mude. Se não trabalha no que gosta, mude. Se não está feliz no seu casamento, mude. Você deve estar pensando: “As coisas não são tão simples assim!”

E talvez não sejam mesmo. Mas será que são tão difíceis e impossíveis como a maioria das pessoas acredita?

Tente enxergar as possibilidades de mudança. Muitas vezes o diálogo pode acertar muita coisa entre um casal, entre um chefe e sua equipe, entre pais e filhos, ou entre amigos. Outras vezes, algumas atitudes mais diretas e efetivas precisam ser tomadas.

Para mudar, precisamos saber não só o que nos desagrada em nossas vidas, mas também o que nos agradaria, para que possamos direcionar nossos objetivos para isso. E, em qualquer situação, o que realmente faz a diferença é a atitude de coragem e fé na busca por uma vida melhor.

Quem não se arrisca a sair do cômodo e conhecido, não lida com seus medos e não se realiza. Vive preso em seus próprios medos e receios. E nesse caminho, é muito fácil achar culpados para sua própria infelicidade.

A questão é que não existem vítimas e culpados. Existem pessoas responsáveis por suas vidas.

Se você não assumir e encarar essa verdade, então você está escolhendo, ainda que indiretamente, entregar nas mãos do outro a responsabilidade pela sua vida. Nesse caso, você está “escolhendo” assumir o papel de vítima das circunstâncias.

Se você chama a si a responsabilidade pela sua vida e felicidade, você assume o papel de agente de mudança e pode fazer toda a diferença na busca pelos seus sonhos e realizações.

 

*Ana Claudia Ferreira de Oliveira é Psicóloga Clínica e Psicoterapeuta Psicanalista em São Paulo.

 

Post Author: Ana Cláudia Ferreira de Oliveira